quinta-feira, 11 de junho de 2015

JURASSIC WORLD - REVIEW

"Jurassic World" é a realização do que sonhamos desde 1993", afirma Jack Horner, paleontólogo que prestou consultoria nos quatro filmes da franquia visionada por Steven Spielberg. E as palavras dele são 100% comprovadas nessa produção que chega aos cinemas  amanhã, dia 11 de junho. Estrelado por Chris Pratt (de "Guardiões da Galáxia") e Bryce Dallas Howard (de "Histórias Cruzadas), essa nova sequência está calibrada com muita adrenalina e promete ser uma das maiores bilheterias do ano.

"Jurassic World" consegue, com efeito, ser um ótimo filme de ação/aventura, com um bom roteiro, fazendo justiça ao primeiro filme e honrando seu teor nostálgico. Falando francamente, o segundo e o terceiro capítulos da franquia foram uma bosta regulares. Tanto que "Jurassic World" é considerado sequência direta do filme de 1993. E o filme entrega o que promete. 

Dessa vez, encontramos o parque jurássico funcionando com milhares de visitas diárias. A executiva Claire está à frente da direção do lugar e recebe seus dois sobrinhos para o que deveria ser um fim de semana em família. Entretanto, a moça está muito ocupada com o que será a nova atração do parque. Somos, então, apresentados ao Indominus Rex, um dinossauro híbrido que, além de ser uma máquina letal, é também inteligente (com habilidades de camuflagem e de mudar a temperatura do corpo, por exemplo). Claire chama Owen, um ex-militar para checar a segurança da jaula do bicho, que engana todo mundo e foge de seu cativeiro. Aí a coisa ficou feia. Owen, que tem se dedicado ao projeto de domar e treinar velociraptors, passa então a tentar capturar/eliminar essa ameaça. 

Excluindo-se alguns diálogos meio melosos com discursos de coragem e relacionamento (são poucos, graças a Deus), o longa nos proporciona cenas divertidas, com um alívio cômico muito eficaz para contra-balancear as cenas de tensão. Além disso, tem dinossauros incríveis, malvadões e furiosos que comem muita gente (é isso que a gente espera ver né haha).  

Chris Pratt, o cara mais legal do momento, está muito bom no papel de Owen. Fazendo um tipo "muy macho" no melhor estilo de cara que você-escolhe-pra-te-proteger-quando-a-coisa-fica-preta, Pratt é união perfeita de boa atuação, timing cômico preciso e físico adequado para salvar o mundo. 

Pessoalmente eu amei. Senti novamente aquela emoção do primeiro filme, com direito a gritos, sobressaltos e gargalhadas e aplausos. Essas foram as minhas reações. Fiquei emocionada de verdade. O sentimento me remeteu às férias que passei em Orlando, quando fui na atração do filme no Parque da Universal. É um misto de emoções que não sei explicar. Eu recomendo muito! Por favor, assistam!

Essas são algumas fotos da atração no parque da Universal de Orlando. 


Um comentário:

  1. O filme é um presente para os fãs da primeira trilogia e mesmo assim a galera que não assistiu por um motivo qualquer ainda vai ter uma experiência completa, sem deixar de entender nada. Falar da Katie Mcgrath significa falar de uma grande atuação garantida, ele se compromete com os seus personagens e sempre deixa uma grande sensação ao espectador. O mesmo aconteceu com esta produção que é dos melhores filmes 2017, Rei Arthur a Lenda da Espada que estreará em TV para mim é um dos grandes filmes de Hollywood.

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